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20 de junho de 2012

Consumidor fiel x Fãs da marca

Qual é a linha entre ser fiel a marca e ser fã da marca?

Porque esses doidos marcaram sua marca favorita na pele? Qual a relação que cada um tem com essa marca para fazer isso? É só status? Identificação com a marca?

Depois da internet, das redes sociais tornando as relações humanas mais estreitas, a relação com as marcas também passou por uma grande revolução. 

Já podemos dialogar com a marca favorita no conforto de casa, pelo Twitter ou Facebook. Mesmo que seja só para reclamar, que muitas vezes vejo o Twitter como uma grande latrina.

Mas e agora, nesse momento ONLIFE, como transformar seu cliente fiel em fã da marca? Mas fã mesmo, aquele cara que realmente interage, critica, faz sugestões, chama outros para se tornarem fãs, e não aquele cara que dá "curtir" e cabô.

E o que distingue "sou fiel a tal marca" do "sou fã de tal marca"?

A dona de casa que só compra o Omo porque realmente tira as manchas, é apenas essa característica que importa para que esse produto seja Top Of Mind, ou por causa das propagandas criativas que sabem atingir o público-alvo? Mas se o orçamento apertar e a dona de casa comprar o concorrente da propaganda da mulher forte e ele resolver o problema do mesmo jeito?

Fidelidade de marca é igual ao amor: se passar uma marca mais gostosa oferecendo mais carinho pelo mesmo preço ou menos, pode ter certeza que corações irão balançar.

Mas fala para o motociclista (chama de motoqueiro para você sentir a encrenca) que tem uma Harley que sua Vespa é melhor, é quase o mesmo que pedir para morrer, podia até ser considerado suicidio.

Ou quer ver um piti: fale mal de Melissa para uma melisseira, cara...

Mas o que a Harley e a Melissa tem comum? São fãs da marca, não são corrompidos tão facilmente. São equivalentes a um fã de uma banda. 

As mudanças nas plataformas de diálogo com o consumidor ajudam nessa transformação. Como o marketing para a mídia social, sim isso influência e muito no comportamento e na tomada de decisão do consumidor. E é claro, transforma fiéis em fãs.

Mas falando em propaganda, em marketing da marca, qual a diferença?

Em Social, um fã gera conteúdo, cria conexões com outros fãs, faz a propaganda para a sua, interage, discute, ajuda outros consumidores, alguns fãs são até apelidados carinhosamente de "evangelizadores", ou "advocates", dependendo da situação. Não é aquela página estática que só fala da marca, que ela é linda cheirosa e gostosa, mas uma página que entende seus consumidores, sabe onde vão, como vão, é uma marca que não fala só do core, mas cria um universo com seus fãs e a marca. Quer coisa melhor que seu consumidor defender e ajudar a sua marca pelo simples prazer de ajudar porque realmente gosta e se identifica com ela?

É claro que os exemplos citados correspondem a marcas distintas com planos de comunicação distintos, porém o objetivo é o mesmo: fidelizar. O que hoje acontece é bum da informação. Mesmo uma dona de casa que não sabe ligar um PC é influenciada pela internet, pelos programas de TV, conversas com filhos, netos, etc. O informação está tão intrínseca na nossa vida que não notamos o bombardeio que sofremos todo dia. A marca que souber lidar, que tiver um planejamento correto e adaptável ao constante fluxo de informação e souber trabalhar cada oportunidade da maneira mais rentável, consegue ganhar fãs. Social não é apenas ter um perfil e um carinha para alimentar. Também tem que estar no planejamento de comunicação/marketing, tem que ter objetivo e realmente ser viável, tem que ter pesquisa, minha gente.

Você se lembra do Magazine Luiza, quando a Luiza estava no Canadá?

23 de dezembro de 2011

Fofoca

Um dos piores venenos da humanidade é a FOFOCA.

Desde os primórdios, esta merda está presente no dia-a-dia.

Com a evolução, o que era ruim ficou pior: criaram as revistas de fofoca, pessoas e mais pessoas trabalhando com o propósito de fuçar a vida das pessoas.

Um pouquinho mais de evolução e fez-se os sites de fofoca, ou seja, o que era ruim e lento, continua ruim, só que muito mais rápido.

O Rafinha Bastos foi visitar um site desses, para ver como funciona:



Achei bem legal.

Via.


16 de setembro de 2011

Do que as mulheres gostam

Fizeram a versão masculina daquele vídeo que uma mulher colocou uma câmera nos peitos e outra no bumbum para contabilizar as olhadas.

Um mocinho - muito bonito diga-se de passagem - com 4 câmeras: 1 nos óculos, 1 nos bíceps, 1 "lá onde o sol não bate-parte da frente", e outra "onde o sol não bate-prte de trás".

CONFIRÃO o resultado:



Olha... Um braço forte, principalmente tatuado, chama atenção de qualquer uma(um).

Dica do grande Chongas.

14 de setembro de 2011

Como fazer uma crítica

Li no Blog do Cabra - que também eu recomendo! - essas dicas para se fazer uma crítica, dar um feedback à alguém de sua equipe.

Lembre que feedbacks periódicos servem tanto para você, líder, saber onde melhorar e sentir o clima de sua equipe, quanto à você, funcionário, saber como melhorar, o que estudar e, consequentemente, como crescer na empresa e na sua carreira.

Trabalhei em empresas que a política da "reunião de feedback" não existia, e me senti à deriva.

Se sua empresa/líder não tem essa política, pergunte, numa conversa informal mesmo, mas corra atrás do que é melhor e cresça, sempre.

São doze dicas, que tanto serve para o ambiente corporativo, como na vida também.

1. Identifique o comportamento que você quer criticar. Direcione a crítica para a ação, não para a pessoa - planeje sua crítica, escreva tópicos.

2. Torne a crítica específica. E não diga "você sempre esquece os prazos de entrega", mas sim "você perdeu o prazo de 15 de maio para a entrega do relatório" - seja firme, mas não dê bronca, mostre o erro.

3. Esteja certo de que o comportamento a ser criticado pode ser mudado. Sotaques e outras coisas nem sempre podem ser modificados.

4. Utilize "eu" e "nós" para demonstrar que também quer resolver o problema, o que é muito mais produtivo do que ameaçar - somos uma equipe!

5. Esteja certo de que a outra pessoa compreende o motivo da crítica - seja claro.

6. Não enrole. Seja prático e gentil, sem discursos.

7. Ofereça incentivos para mudanças de atitude. Ofereça ajuda para a pessoa corrigir seu problema - dê sugestões, incentive a mudança.

8. Não faça uma voz sarcástica ou com raiva. Ambas são improdutivas - tive um chefe (graaande chefe) que me chamava para tomar um café numa padoca, torne o feedback um bate-papo na brodagem.

9. Mostre à pessoa que você entende seu sentimento.

10. Se você decidiu escrever a crítica, acalme-se antes de começar a escrever o memorando. E saiba que só a pessoa deve ler o que você escreveu - o que for tratado no feedback tem que ficar entre o líder e o funcionário, sempre.

11. Comece falando algo positivo.

12. No final, reafirme seu apoio e segurança na pessoa - às vezes uma conversa tem resultados impressionantes numa empresa.

Curti demais tudo isso, valeu Cabra!

9 de setembro de 2011

Bom humor brasileiro

É assim: estamos na merda, mas não perdemos o bom humor.
É a maior e melhor característica do brasileiro.
É corrupção, roubalheira, miséria, blá blá blá...
Mas fazemos dos piores momentos, uma piada e continuamos lutando.



Por essas e outras, que não troco meu país...

8 de setembro de 2011

Propaganda do Twitter



Teve gente que não gostou, que achou que é ofensivo por causa do terremoto, ou porque passa uma imagem que os "usuários do twitter são egocêntricos e individualistas".

Mas que caraio, nunca estamos satisfeitos com nada.

Se está quente é porque está quente, se está frio é porque está frio.

Ninguém mais tem senso de humor? Que na minha opinião é a melhor qualidade do humano.

O vídeo é engraçado, mostra que a informações no twitter corre muito mais rápido que outros meios, que também presta serviços de utilidade pública.

Ai me lembro dos Pôneis Malditos que o Conar recebeu 30 denúncias contra a propaganda por juntar o "pônei, um personagem infantil" a palavra "maldito" e por isso saiu do ar por uns tempos.

Um bando de hipócrita, porque, covenhamos, mais da metade das crianças no ensino fundamental público completam a 8ª série sem ler direito. E esse povo me reclama de uma propaganda bem feita, que passa perfeitamente a mensagem, e gasta o seu tempo, e dinheiro, com uma ação, e fecha os olhos para o real problema da infância brasileira? Proibir não adianta porra nenhuma, a solução é educar, cada um fazer a sua parte.

7 de setembro de 2011

Vintage

Se olharmos nos anos 80, a época que Deus esqueceu os humanos e deixou a cafonice imperar, estar na moda siginificava usar laranja com roxo.
Com o passar dos anos, a mídia, a tecnologia, etc, foram se aprimorando cada vez mais, e, graças a Deus, nós humanos descobrimos que roxo com laranja pode ficar feio e começamos a ter outra visão sobre moda, etc.

Me lembro das minhas primas com o corte pigma-leão, e agradeço a minha mãe por não fazer isso comigo.
O coisa linda de Deus!

Ai, o mundo muda, chega a internet, o clone (não a novela, a Dolly), redes socias, classe C em ascendência,, etc e etc. E a cultura de massa, tudo igual, cai por terra.
Entra a era do personalizado, do estilo, das coisas com a minha a cara. Procuramos objetos únicos em brechós, na casa da vó, etc.
Temos nossas redes sociais onde podemos ser quem somos e f*&%-se o mundo.
Estamos na era do "eu", quero mostrar que EU sou assim, que EU penso assim, e isso se extende as coisas ao meu redor.
Será que essa busca de um estilo único também irá pegar nas redes sociais?
Essa tirinha, do Cyanide and Hapiness, me deixou com a pulga atrás da orelha (ditado é vintage) depois de ler um post sobre ela no YouPix.
Essa matéria me faz lembrar do meu ICQ que é 176485555... Só não lembro a senha dele =(
E você, que me diz sobre isso?

3 de setembro de 2011

Redes Sociais e Internet nas Empresas

As empresas brasilieras ainda patinam com as redes sociais, a maioria está lá por que seu concorrente está, por convenção mesmo, poucas realmente utilizam e conseguem tirar vantagens desse recurso.

Quem fuça na internet, como eu, sabe que o SAC está cada vez mais exposto, e se não dá certo no 0800, bota a boca - ou seria os dedos? - no twitter, e o buzz é muito maior, ai o que era um problema com um cliente qualquer vira uma mancha negra na imagem da empresa.

Para você, empresa, estar nas redes, tem que ter planejamento, tem que ter algúem com tempo disponível e vontade e proatividade para mergulhar sua marca nas entranhas internéticas, tá mais "vou contratar mais alguém?, mais um custo", você pode ter um assistente de marketing para fazer tudo isso, e ainda fazer os outros trabalhos, mas não será 100% focado, e não terá a mesma agilidade que as redes exigem, pricipalmente no caso do twitter, e se você, empresa, criou um twitter para SAC... Já planejou mal desdo o começo.

Quanto ao uso da internet no trabalho, funciona como uma válvula de escape, principalmente nas horas de aperto, além de tornar uma boa ferramenta de trabalho, até mesmo para você, empresa, que pode estimular seus funcionários a utilizá-la de forma consciente e que também ajudem no crescimento da marca na rede.

É, lembra "se seu produto é bom, convença seu funcionário à comprá-lo", nada melhor que as próprias pessoas da empresa, responsáveis pela multiplicação de vendas, não ficando apenas a cargo do comercial, estratégicamente, quando qualquer setor da empresa está comprometido com a empresa, as coisa flui e o resultado é sempre bom, utilizem sua equipe inteira para isso.

Fontes: InfoAbril e IDGNow

31 de agosto de 2011

Gostar de Rock pesa na avaliação profissional?

Segundo Marcelo Moreira, do Jornal da Tarde, sobre uma pesquisa com o gerente de RH de uma multinacional de SBC, onde em 15 minutos ele decidiu a contratação de um menino de 20 anos para um cargo na contabilidade.

Não é porque também sou rockeira e vou defender a "classe", mas quando num trabalho precisei selecionar estagiários para aéra de projetos mecânicos, me deparei com a falta com conhecimento geral dos meninos. Principalmente daqueles que não estudavam no SENAI, onde a grade escolar é diferenciada e incentiva o estudante à pesquisa.

Resultado: levava quase 6 meses para achar um estagiário bom. Os que ficavam para seleção final eram todos rockeiros, e não foi por isso que passaram, foi o conhecimento e atitude que contou mais.

O que mais sinto é que a galera rock, por amar verdadeiros mitos, correm atrás de saber da vida, das inspirações, procuram tudo que é relativo ao gênero e devoram o que acham.

Falta isso na educação brasileira: incentivo à pesquisa, a busca do conhecimento, falta aguçar a curiosidade.

A matéria completa tá aqui