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20 de novembro de 2012

Red Bull fazendo meu queixo cair desde...

Tá ai uma empresa que não cansa de me surpreender.

Já chega o épico vídeo do salto de paraquedas do espaço, o Red Bull Strato, que é foda. Se vc não viu, em que mundo vc vive hein??? Não tem internet lá??? 

Tá... Veja ele aqui ó

E agora, depois de ter tirado um feriado longe da internet e afins... Ok, eu acessei pelo celular, mas não se compara ao meu note, que só foi ligado hoje. Sim, sou boazinha e dei férias ao meu bebê.

Passeando pelas internets vi essa propaganda da Red Bull. MUITO FODA.

Confiram!



Dá orgulho da minha profissão hein!

20 de junho de 2012

Consumidor fiel x Fãs da marca

Qual é a linha entre ser fiel a marca e ser fã da marca?

Porque esses doidos marcaram sua marca favorita na pele? Qual a relação que cada um tem com essa marca para fazer isso? É só status? Identificação com a marca?

Depois da internet, das redes sociais tornando as relações humanas mais estreitas, a relação com as marcas também passou por uma grande revolução. 

Já podemos dialogar com a marca favorita no conforto de casa, pelo Twitter ou Facebook. Mesmo que seja só para reclamar, que muitas vezes vejo o Twitter como uma grande latrina.

Mas e agora, nesse momento ONLIFE, como transformar seu cliente fiel em fã da marca? Mas fã mesmo, aquele cara que realmente interage, critica, faz sugestões, chama outros para se tornarem fãs, e não aquele cara que dá "curtir" e cabô.

E o que distingue "sou fiel a tal marca" do "sou fã de tal marca"?

A dona de casa que só compra o Omo porque realmente tira as manchas, é apenas essa característica que importa para que esse produto seja Top Of Mind, ou por causa das propagandas criativas que sabem atingir o público-alvo? Mas se o orçamento apertar e a dona de casa comprar o concorrente da propaganda da mulher forte e ele resolver o problema do mesmo jeito?

Fidelidade de marca é igual ao amor: se passar uma marca mais gostosa oferecendo mais carinho pelo mesmo preço ou menos, pode ter certeza que corações irão balançar.

Mas fala para o motociclista (chama de motoqueiro para você sentir a encrenca) que tem uma Harley que sua Vespa é melhor, é quase o mesmo que pedir para morrer, podia até ser considerado suicidio.

Ou quer ver um piti: fale mal de Melissa para uma melisseira, cara...

Mas o que a Harley e a Melissa tem comum? São fãs da marca, não são corrompidos tão facilmente. São equivalentes a um fã de uma banda. 

As mudanças nas plataformas de diálogo com o consumidor ajudam nessa transformação. Como o marketing para a mídia social, sim isso influência e muito no comportamento e na tomada de decisão do consumidor. E é claro, transforma fiéis em fãs.

Mas falando em propaganda, em marketing da marca, qual a diferença?

Em Social, um fã gera conteúdo, cria conexões com outros fãs, faz a propaganda para a sua, interage, discute, ajuda outros consumidores, alguns fãs são até apelidados carinhosamente de "evangelizadores", ou "advocates", dependendo da situação. Não é aquela página estática que só fala da marca, que ela é linda cheirosa e gostosa, mas uma página que entende seus consumidores, sabe onde vão, como vão, é uma marca que não fala só do core, mas cria um universo com seus fãs e a marca. Quer coisa melhor que seu consumidor defender e ajudar a sua marca pelo simples prazer de ajudar porque realmente gosta e se identifica com ela?

É claro que os exemplos citados correspondem a marcas distintas com planos de comunicação distintos, porém o objetivo é o mesmo: fidelizar. O que hoje acontece é bum da informação. Mesmo uma dona de casa que não sabe ligar um PC é influenciada pela internet, pelos programas de TV, conversas com filhos, netos, etc. O informação está tão intrínseca na nossa vida que não notamos o bombardeio que sofremos todo dia. A marca que souber lidar, que tiver um planejamento correto e adaptável ao constante fluxo de informação e souber trabalhar cada oportunidade da maneira mais rentável, consegue ganhar fãs. Social não é apenas ter um perfil e um carinha para alimentar. Também tem que estar no planejamento de comunicação/marketing, tem que ter objetivo e realmente ser viável, tem que ter pesquisa, minha gente.

Você se lembra do Magazine Luiza, quando a Luiza estava no Canadá?

7 de setembro de 2011

Sites com botão Tweet tem mais chances de serem mencionados

Saiu no BlueBus que sites que possuem botão "tweet this" possuem 7x mais chances de serem mencionados em tweets.

5 de setembro de 2011

Games X Marketing

Quem nunca quis matar aquela pessoa no Facebook que te manda 300 mil convites p/ Farmiville, PQPVille e mais outros?

Hoje os games sociais são além de games, são comunidades de pessoas com interesses em comum, então porque não utilizar isso no marketing de sua empresa?

Isso foi discutido no Infotrends que aconteceu na semana passada aqui em Sampa.

Esse tipo de marketing não deve "invadir" o espaço do jogador, deve ser utilizado com parcimônia e em grandes estratégias.

Vale a pena ler a matéria completa e também tem o podcast dessa discussão, aqui ó.

Mas, falando em games, vocês viram a ação do Bradesco criado pela OneDigital e feita pela Marcelo Adnet?

Não????

Então veja:


3 de setembro de 2011

Redes Sociais e Internet nas Empresas

As empresas brasilieras ainda patinam com as redes sociais, a maioria está lá por que seu concorrente está, por convenção mesmo, poucas realmente utilizam e conseguem tirar vantagens desse recurso.

Quem fuça na internet, como eu, sabe que o SAC está cada vez mais exposto, e se não dá certo no 0800, bota a boca - ou seria os dedos? - no twitter, e o buzz é muito maior, ai o que era um problema com um cliente qualquer vira uma mancha negra na imagem da empresa.

Para você, empresa, estar nas redes, tem que ter planejamento, tem que ter algúem com tempo disponível e vontade e proatividade para mergulhar sua marca nas entranhas internéticas, tá mais "vou contratar mais alguém?, mais um custo", você pode ter um assistente de marketing para fazer tudo isso, e ainda fazer os outros trabalhos, mas não será 100% focado, e não terá a mesma agilidade que as redes exigem, pricipalmente no caso do twitter, e se você, empresa, criou um twitter para SAC... Já planejou mal desdo o começo.

Quanto ao uso da internet no trabalho, funciona como uma válvula de escape, principalmente nas horas de aperto, além de tornar uma boa ferramenta de trabalho, até mesmo para você, empresa, que pode estimular seus funcionários a utilizá-la de forma consciente e que também ajudem no crescimento da marca na rede.

É, lembra "se seu produto é bom, convença seu funcionário à comprá-lo", nada melhor que as próprias pessoas da empresa, responsáveis pela multiplicação de vendas, não ficando apenas a cargo do comercial, estratégicamente, quando qualquer setor da empresa está comprometido com a empresa, as coisa flui e o resultado é sempre bom, utilizem sua equipe inteira para isso.

Fontes: InfoAbril e IDGNow

1 de setembro de 2011

Social Commerce

O Magazine Luiza está testando o formato de Social Commerce com familiares de seus funcionários.

É o  Projeto Magazine Você, onde você - é você mesmo - pode ter uma loja no Orkut ou Facebook, com produtos do Magazine Luiza escolhidos a dedo por você - é. E ainda ganha uma comissão pelas vendas:




É, cliente multiplicando clientes.

Vi no BlueBus




Marketing de Amanhã

Há um tempinho atrás vi no Passinho a Frente um vídeo da PHD sobre o futuro do Marketing, onde crianças falam como nós, profissionais de MKT e Propaganda, teremos que planejar para ter um futuro profissional.

Como impactar o público daqui a 10 anos? Qual será a tecnologia da moda? Como trabalhar hoje para garantir o leite de nossas crianças amanhã.

O fato é, que mesmo com toda informação sobre "como tratar seu cliente" presente nas internets muita empresa ainda erra, e erra feio. Fica nos "não tenho só você de cliente", mas todo cliente é um cliente e pode ser um multiplicador de clientes. Aquela velha história: quando é bão, você comenta para 5 pessoas, quando é ruim, você faz aquela campanha de como tal empresa não presta.


Com as redes sociais, multiplicamos essa "campanha ruim" para milhões de pessoas com apenas um click, como já vimos com ex-clientes da Brastemp e da Renault, o buzz envolvido agora é bem maior, mas como será isso daqui a 5 anos? Com quantas ações eu destruo a imagem de uma marca?

Esse vídeo mostra isso: evangelizar agora, para prosperar amanhã, aquele velho ditado: plantar agora para colher amanhã. As nossas crianças estão sendo lapidadas e já são consumidores potenciais, imagina o que elas poderão fazer amanhã?




Clica no CC para ativar as legendas.

31 de agosto de 2011

Marketing Telepático, cuma?

Sim, não é possível, ainda.

Li no Portal da Propaganda essa matéria sobre isso.

Me lembro de um episódio de Dr. Who, que numa de suas viagens ao futuro, as pessoas usavam uma espécie de earphones onde em determinadas horas do dia, recebiam "atualizações" de notícias e etc.

Como a Martha Gabriel (@marthagabriel) falou em sua palestra no YouPix, não existe mais mundo ON e mundo OFF, vivemos em ONEline, mesmo estando off, estamos conectados a outras pessoas, outras fontes de informações. E, que se apareceu em algum filme, é porque:

1- Existe, mas é muito caro
2- Tem estudos, projetos, blá blá blá

Com a tecnologia caminhando cada vez mais para que o homem caminhe com sua roupa metálica para dar o ponta-pé inicial da Copa de 2014, utilizando apenas ondas cerebrais para movimentar tudo isso, só falta algum outro cientista aparecer e "botar para funcionar".

O começo que vai ser engraçado, tipo "eu ouço vozes na minha cabeça", todo mundo louco.